Patrick Jordan, em seu livro Designing Pleasurable Products, propôs uma nova forma de se enxergar a hierarquia das necessidades dos consumidores. Ele sugere que a pirâmide de Maslow não é o melhor modelo para análise de necessidades humanas, porque mesmo que uma pessoa atinja o topo da pirâmide, não deixará de procurar por algo mais.
Assim, Jordan propõe um novo modelo para algo mais específico: as necessidades de consumo humanas. Seu modelo, apresentado na figura abaixo, deve ser considerado no desenvolvimento de produtos. A primeira das necessidades para esses produtos é a de funcionalidade – um produto se torna inútil se não contiver as funções necessárias para executar as tarefas para que foi planejado. O segundo nível de necessidades é o de usabilidade - um produto tem que ser usável, o que envolve, principalmente, a facilidade de uso. A mais alta das necessidades é o prazer, que trata do relacionamento do usuário com o produto.

De acordo com Jordan, essa relação depende da personalidade das pessoas. “Elas não apenas têm personalidade, como também têm desejos, medos, sonhos e aspirações”, diz ele. “E isso pode afetar a forma como as pessoas respondem e interagem com os produtos”.
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