James H. Gilmore e B. Joseph Pine II, autores do livro The Experience Economy, relacionaram quatro formas básicas para criação de experiências:
- Marketing de experiências – aumento do impacto sensorial da mídia tradicional e/ou introdução de novos eventos de marketing.
- Gestão da experiência do consumidor – análise das interações momentâneas com os consumidores, feita através do ponto de vista das experiências.
- Experiências online – desenvolvimento de experiências baseadas em tecnologia – basicamente na Internet – através de sites, e-mails, dispositivos portáteis (celulares, PDAs, etc.) e outros dispositivos específicos.
- Linhas de negócios em experiências – introdução de experiências distintas para os consumidores como serviços pagos, controlados através de alguma forma de admissão, assinatura ou mensalidade.
Gilmore e Pine também colocam as seguintes diferenças entre experiência e bens/serviços:
- Bens são tangíveis e serviços intangíveis. Experiências são memoráveis
- Bens são relacionáveis e serviços sob demanda. Experiências desdobram-se ao longo do tempo.
- Bens são padronizáveis e serviços personalizáveis. Experiências são pessoais.
Eles alertam que as experiências não se resumem a entreter os consumidores, mas são sobre envolvimento – criam uma conexão pessoal e memorável com eles.
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